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segunda-feira, 10 de março de 2014

Ornithoptera alexandrae

Ornithoptera alexandrae  é o nome da maior borboleta que existe na atualidade. Também chamada dea Borboleta Rainha Alexandra, em honra à rainha Alexandra, esposa de Eduardo VII do Reino Unido. A espécie foi descoberta em 1906 na Papua - Nova Guiné.
As diferenças entre os machos e as fêmeas dessa espécie são bem visíveis.

As fêmeas possuem asas marrons com manchas brancas e um corpo cor de creme com uma pequena mancha vermelha no tórax. As maiores fêmeas encontradas tinham de envergadora 31 centímetros.




Já os machos, menores, tem asas de cor marrom com manchas azul e verde, com uma forte coloração de amarelo no abdômen. A envergadura varia de 16 à 20 centímetros. 


Essa espécie de borboleta leva quatro meses para se transformar de ovo à borboleta adulta, vivendo por mais três meses, o que é bastante comparando com outras espécies de borboleta, que vivem cerca de um mês. 

Uma curiosidade: durante a fase de lagarta, elas se alimentam folhas de uma espécie de planta venenosa, a Pipevine. Com isso, a Rainha Alexandra torna-se mais tóxica para o seus predadores. 

Durante sua vida, uma fêmea põe apenas 27 ovos. Essa baixa produção, juntamente com a erupção vulcânica do Monte Lamington em 1951, que destruiu grandes áreas de habitat do inseto, tem contribuído para a sua atual classificação na União Internacional para a Conservação da Natureza como uma espécie ameaçada. 

Fontes: Wikipédia e Hypescience

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